É comovente o teu ar de desastre

De virgem decepada

A forma como uma e outra vez te atiras de cabeça

Ao fracasso a que sempre te condenas

Talvez gostes genuinamente de viver assim

Talvez não saibas fazer de outra maneira

E é delicioso assistir ao modo como colapsas

Como voluntariamente te precipitas

E te afundas.

 

Do fundo do abismo me rio

E é pelo eco da minha voz que me procuras.


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