à procura da felicidade


Há no mundo dois tipos de pessoas. Quer dizer, existem muitos tipos de pessoas, talvez tantas quantas pessoas existem no mundo. Cada pessoa em si é um tipo de pessoa. Mas há dois tipos de pessoas. Aquelas talhadas para vencer, para triunfar na vida, para comandar e não serem comandadas, e aquelas que como que nasceram para se submeterem, para permanecerem às ordens de outros, para obedecerem. As primeiras parecem intrinsecamente dinâmicas, assertivas e autoconfiantes, já as segundas de alguma forma parecem como que espiritualmente amputadas, como se estivesse a elas incrustado algum obstáculo que lhes é intransponível. É claro que ambas sofrem, têm alegrias também, e angústias e todo o tipo de preocupações, mas os que as distingue radicalmente é que as primeiras brilham e as segundas resvalam a vida toda para o esquecimento. Há no mundo dois tipos de pessoas. Quer dizer, existem muitos tipos de pessoas, talvez tantas quantas pessoas existem no mundo. Cada pessoa em si é um tipo de pessoa. Mas há dois tipos de pessoas. Aquelas talhadas para vencer, para triunfar na vida, para comandar e não serem comandadas, e aquelas que como que nasceram para se submeterem, para permanecerem às ordens de outros, para obedecerem. As primeiras parecem intrinsecamente dinâmicas, assertivas e autoconfiantes, já as segundas de alguma forma parecem como que espiritualmente amputadas, como se estivesse a elas incrustado algum obstáculo que lhes é intransponível. É claro que ambas sofrem, têm alegrias também, e angústias e todo o tipo de preocupações, mas os que as distingue radicalmente é que as primeiras brilham e as segundas resvalam a vida toda para o esquecimento. Há no mundo dois tipos de pessoas. Quer dizer, existem muitos tipos de pessoas, talvez tantas quantas pessoas existem no mundo. Cada pessoa em si é um tipo de pessoa. Mas há dois tipos de pessoas. Aquelas talhadas para vencer, para triunfar na vida, para comandar e não serem comandadas, e aquelas que como que nasceram para se submeterem, para permanecerem às ordens de outros, para obedecerem. As primeiras parecem intrinsecamente dinâmicas, assertivas e autoconfiantes, já as segundas de alguma forma parecem como que espiritualmente amputadas, como se estivesse a elas incrustado algum obstáculo que lhes é intransponível. É claro que ambas sofrem, têm alegrias também, e angústias e todo o tipo de preocupações, mas os que as distingue radicalmente é que as primeiras brilham e as segundas resvalam a vida toda para o esquecimento. E o homem nasce para quê se não para bilhar? Robert tinha este tipo de pensamentos ao assistir ao esplendor da personalidade da sua quimérica Medley. A forma como parecia psiquicamente inabalável, a sua inteligência decidida. Ao lado dela Robert não passava de uma sombra, um ser apagado cujo nome só era lembrado por ser o companheiro de Medley. Se se apresentavam perante a sociedade como um casal, a Medley era a Medley e ele, Robert, era “o noivo de Medley”. Não há resposta à pergunta sobre o porquê de nós vivermos, mas também não há nada que justifique que passemos a vida conformados à nossa mediocridade, cabisbaixos, tristes, de ombros encolhidos. E se só nos é dado este corpo e esta alma, esta primeira e última chance, então que a passemos a brilhar, a participarmos com alegria da imanente veracidade das coisas. Talvez existiam mesmo dois tipos de pessoas, ao menos no que respeita ao seu caráter, os aristocratas e os plebeus, mas nem isso é evidente e principalmente estanque. Se escolhermos brilhar em vez de nos conformarmos ao cinzentismo e obscurantismo a que as contingências da vida nos pretende confinar talvez possamos baralhar a lotaria da genética e da riqueza. A felicidade não é apenas algo que nos acontece, que depende da sorte, mas uma condição que ativamente procuramos. E o primeiro passo para a felicidade é o viver alegremente.          Robert tinha este tipo de pensamentos ao assistir ao esplendor da personalidade da sua quimérica Medley. A forma como parecia psiquicamente inabalável, a sua inteligência decidida. Ao lado dela Robert não passava de uma sombra, um ser apagado cujo nome só era lembrado por ser o companheiro de Medley. Se se apresentavam perante a sociedade como um casal, a Medley era a Medley e ele, Robert, era “o noivo de Medley”. Não há resposta à pergunta sobre o porquê de nós vivermos, mas também não há nada que justifique que passemos a vida conformados à nossa mediocridade, cabisbaixos, tristes, de ombros encolhidos. E se só nos é dado este corpo e esta alma, esta primeira e última chance, então que a passemos a brilhar, a participarmos com alegria da imanente veracidade das coisas. Talvez existiam mesmo dois tipos de pessoas, ao menos no que respeita ao seu caráter, os aristocratas e os plebeus, mas nem isso é evidente e principalmente estanque. Se escolhermos brilhar em vez de nos conformarmos ao cinzentismo e obscurantismo a que as contingências da vida nos pretende confinar talvez possamos baralhar a lotaria da genética e da riqueza. A felicidade não é apenas algo que nos acontece, que depende da sorte, mas uma condição que ativamente procuramos. E o primeiro passo para a felicidade é o viver alegremente.          Robert tinha este tipo de pensamentos ao assistir ao esplendor da personalidade da sua quimérica Medley. A forma como parecia psiquicamente inabalável, a sua inteligência decidida. Ao lado dela Robert não passava de uma sombra, um ser apagado cujo nome só era lembrado por ser o companheiro de Medley. Se se apresentavam perante a sociedade como um casal, a Medley era a Medley e ele, Robert, era “o noivo de Medley”. Não há resposta à pergunta sobre o porquê de nós vivermos, mas também não há nada que justifique que passemos a vida conformados à nossa mediocridade, cabisbaixos, tristes, de ombros encolhidos. E se só nos é dado este corpo e esta alma, esta primeira e última chance, então que a passemos a brilhar, a participarmos com alegria da imanente veracidade das coisas. Talvez existiam mesmo dois tipos de pessoas, ao menos no que respeita ao seu caráter, os aristocratas e os plebeus, mas nem isso é evidente e principalmente estanque. Se escolhermos brilhar em vez de nos conformarmos ao cinzentismo e obscurantismo a que as contingências da vida nos pretendem confinar talvez possamos baralhar a lotaria da genética e da riqueza. A felicidade não é apenas algo que nos acontece, que depende da sorte, mas uma condição que ativamente procuramos. E o primeiro passo para a felicidade é o viver alegremente.         

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